O Rancho da Goiaba - João Bosco
Os bóias-frias quando tomam
Umas "birita" espantando a tristeza
Sonham com um bife a cavalo, batata frita
E a sobremesa é goiabada cascão com muito queijo
Depois café, cigarro e um beijo de uma mulata
Chamada Leonor ou Dagmar
Amar, o rádio de pilha, o fogão jacaré
A marmita, o Domingo, o bar
Onde tantos iguais se reúnem contando mentiras
Pra poder suportar ai
São pais-de-santo, paus-de-araras, são passistas
São flagelados, são pingentes, balconistas
Palhaços, marcianos, canibais, lírios, pirados
Dançando, dormindo de olhos abertos
Na sombra da alegoria dos faraós embalsamados
Júnia Brina Marques, mineira, mãe e mulher. Formada em Letras pela UFMG e especializada em aulas de português para estrangeiros e traduções (espanhol-português). Há dez anos morando na Argentina, divide as seu tempo entre o trabalho e a cozinha, onde reúne família e amigos num eterno festival gastronômico. E é daquelas que ainda acredita que a sedução começa quando se prova o primeiro bocado… Para traduções consulte:
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.


















