Flúor
A forma natural do flúor está em forma de fluoreto. A grande maioria existente no organismo está associada a tecidos calcificados (ossos e dentes), aumentando a resistência à cárie. Pequenas quantidades desse mineral aparecem em tecidos moles, saliva, leite e sangue fetal.
Tem como característica inibir o metabolismo de compostos que formam ácidos e causam erosão no esmalte dentário. Também age no metabolismo de cálcio e folato, podendo reduzir os sintomas de osteoporose e é inibidor de várias enzimas.
A água e alimentos preparados com água fluoretada são as fontes principais do mineral. A concentração recomendada de flúor na água potável é de 0,75 ppm até 2 ppm. Porém, no Brasil as concentrações variam de 0,01 a 3 ppm. A fluoração do sal é indicada em algumas localidades rurais.
O excesso de consumo de fluoreto antes da calcificação ativa (até oito anos de vida) pode causar fluorese dental. Aparecem pontos ou manchas de cor variando entre branco e marrom escuro e em situações extremas, pode alterar a estrutura dentária. Após a calcificação, a ingestão desse mineral não causa reações adversas aos dentes, ossos, câncer e rins.
A quantidade máxima recomendada de flúor é de: 4 mg/dia para homens e 3 mg/dia para mulheres (lactantes e gestantes também).
Por Nathália M. Omuro


















