Selênio
O selênio é considerado um elemento-traço que participa da formação de enzimas que atuam no combate aos radicais livres e na peroxidação das membranas celulares. Nos alimentos, está presente na sua forma de selenocisteína ou selenometionina. Quanto maior a quantidade de proteína da dieta, maior a quantidade de selênio.
Além das funções citadas, ele atua na síntese de enzimas envolvidas na formação dos hormônios T3 e T4, no funcionamento da próstata e na função imunológica.
A deficiência de selênio leva ao aumento do colesterol plasmático, doença cardíaca, aumento da oxidação de lipoproteínas.
O selênio protege alguns compostos orgânicos da ação da luz ultravioleta, sendo muito usado na prevenção de câncer de pele em pessoas predispostas. Também é usado na prevenção da neoplasia colorretal.
O consumo excessivo desse mineral pode causar espessamento das unhas, aroma de alho no hálito, icterícia, anemia, perda de cabelos e unhas e alguns de seus compostos podem ser tão tóxicos quanto ao arsênico.
O consumo recomendado de selênio é de: 55 mcg/dia para homens e mulheres; 60 mcg/dia para gestantes e 70 mcg/dia para lactantes.
Quantidade de selênio em 100 g de alimentos (em mcg):
Alcatra: 21,8
Alho:24,9
Arenque: 40,7
Arroz integral: 23,4
Atum: 80
Bacalhau: 33
Camarão: 38
Carne bovina: 27,1
Castanha do Pará: 2960
Clara de ovo: 17,6
Coco fresco: 19,8
Contra filé: 25,8
Farelo de trigo: 77,6
Fígado bovino: 41,3
Milho: 15,5
Ostras: 63,7
Salmão: 83,3
Por Nathália M. Omuro


















