Cobre
O cobre é fundamental para a vida de microorganismos, mas em altas concentrações, pode ser tóxico.
Ele constitui diversas enzimas que estão envolvidas na formação de colágeno, ossos, tecido conjuntivo, defesa imunológica, maturação de leucócitos e hemácias, transporte de ferro, metabolismo da glicose e do colesterol. Atua também em enzimas que protegem a célula contra oxidação e ajuda na síntese de melanina.
Alguns fatores interferem de forma negativa na absorção de cobre, como zinco, molibdênio, ácido ascórbico, fibras, fitatos e taninos.
A deficiência de cobre pode levar a anemia, neutropenia (baixa contagem de neutrófilos), hipopigmentação dos cabelos, hipotonia (baixo tônus muscular), retardo no crescimento, aumento de infecções, alterações cardiovasculares e anormalidades ósseas.
Existem doenças hereditárias que causam acúmulo de cobre em vários tecidos causando diversos sintomas. Em casos de ingestão excessiva, os sintomas são dor epigástrica, náuseas, vômitos, diarréia e em casos graves pode levar a coma, insuficiência renal aguda, necrose hepática e óbito.
A quantidade recomendada de cobre é de: 0,9 mg/dia para homens e mulheres; 1 mg/dia para gestantes e 1,3 mg/dia para lactantes.
Quantidade de cobre em 100 g de alimentos (em mg):
Amêndoa: 0,9
Castanha de caju: 2,2
Champignon: 0,5
Shitake: 5,2
Farelo de trigo: 1
Farinha de centeio: 0,7
Farinha de soja: 2,9
Feijão: 0,7
Fígado bovino: 4,5
Gergelim: 4,1
Grão de bico: 0,8
Lagosta: 6,1
Lentilha: 0,8
Ostra: 4,4
Por Nathália M. Omuro


















